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Jean Dujardin, um artista de tirar o chapéu

June 12th, 2012 general ,

Hoje, iremos ao encontro de um dos maiores artistas do cinema francês e o faremos com as palavras de nossa parceira éditions Bien dire . Lembrando que essas revistas são extremamente úteis para aqueles que querem, mais do que aprender francês, conhecer a França.

Recebendo um Oscar, o mais popular dos atores franceses acaba se tornar uma  lenda.

Um começo difícil….

Jean Dujardin nasceu em 19 de junho de 1972, nas proximidades de Paris, em uma família de classe média. Ele cursou a escola normal e, depois do “bac”, cumpriu o serviço militar (ainda obrigatório para os homens naquela época). Foi durante esse ano, passando muito tempo a divertir a galeria, que ele  descobriu um gosto e um talento para a comédia.

Ao fim do serviço, ele decidiu tentar a sorte nessa vida. Com três amigos, eles formaram ” La Bande du Carré Blanc”, nome de um cabaré onde eles se apresentavam. Eles escreveram sketches, passaram por audições e participaram de concursos de calouros para tentar ingressar no meio artístico.

Tiveram alguns pequenos sucessos, mas muito irregulares para conseguirem lançar uma verdadeira carreira. Em 1997,  Jean Dujardin formou uma dupla com  Bruno Salomone, os “Nous C Nous”. Juntos, fizeram um hit com uma paródia de uma música de “boys band”.

Chouchou e Loulou

O verdadeiro progresso na carreira de Jean Dujardin chegou em 1999, quando a emissora France 2 lançou a série “Un gars, une fille” (Um homem, uma mulher). Durantes alguns minutos, antes do jornal das 20:00. Telespectadores acompanharam a cada noite as aventuras do casal Chouchou e Loulou (interpretado por Alexandra Lamy e Jean Dujardin), em suas disputas cotidianas.

Transmitida em um horário de grande audiência, a série se torna um encontro imperdível, que dura quatro anos. Um detalhe, esse casal catódico se tornou um verdadeiro casal, já que eles se casaram em 2009.

Depois do sucesso, transbordaram propostas para papéis no cinema e Jean Dujardin  encena comédias populares com um humor nem sempre sutil: BRICE DE NICE, na qual ele interpreta um surfista loiro não muito inteligente, ou ainda LUCKY LUKE, adaptação do quadrinho.

O James Bond à la francesa

Em 2006, Jean Dujardin teve um encontro decisivo com o diretor Michel Hazanaviciu, esse encontro vai dar uma nova dimensão a sua formação como ator. Jogando com o físico e o charme clássico de Dujardin, ele propõe o papel de Hubert Bonisseur de la Bath, pseudônimo OSS 117, o espião francês que tem tudo de James Bond, exceto que ele é o campeão de gafes de todos os tipos.

LE CAIRE, NID D’ESPIONS, lançado em  2006, é uma paródia de filmes sérios de espionagem. O sucesso foi imediato. Uma segunda versão, RIO NE RÉPOND PLUS, foi lançada em 2009 e teve grandes chances que outras continuações. De filme em filme, Jean Dujardin se tornou um dos atores mais apreciados e melhores pagos do cinema francês. Ele se tornou “bankable”, isso quer dizer que os produtores podem financiar um filme apenas com seu nome, já que eles estão praticamente certo que terão um bom número de entradas.

A maturidade e o nascimento do THE ARTIST (O Artista)

Jean Dujardin não cai, no entanto, na facilidade de aceitar tudo e não importa o que. Ao contrário, para contrabalançar sua imagem de ator cômico e expandir seus papeís, ele se volta para personagens mais obscuros e profundos, como em LE BRUIT DES GLAÇONS, de Bertrand Blier, no qual ele encarna um homem atingido pelo câncer, que deve encarar seus demônios; ou ainda no longa psicológico UN BALCON SUR LA MER de Nicole Garcia.

Com os dois filmes de OSS 117, Jean Durjardin e Michel Hazanavicius se tornaram amigos,  é, então, naturalmente que o diretor se dirige ao seu ator favorito para o embarcar em uma aventura arriscada: um filme mudo e em preto e branco! A história se passa no auge dos anos 30. George Valentin (encenado por Dujardin) é uma estrela de cinema que todos adoram, mas a chegada do cinema falado vai leva-lo ao esquecimento. É a originalidade do filme, o tema sobre a idade do ouro de Hollywood ou a atuação de Jean Dujardin? O fato é que THE ARTIST tem inflamado a crítica américana e, desde sua apresentação no Festival de Cannes, o filme avança de sucesso em sucesso.

O juri do Festival, presidido por Robert de Niro, deu o prêmio de interpretação masculina à Jean Dujardin. O filme estréiou, em seguida, na França, onde quase 2 milhões de espectadores o viram. A aventura  não para por ai e o filme conhece  um verdadeiro triunfo na França e no exterior. Para Jean Dujardin é a consagração com os vários prêmios de interpretação, entre eles um  BAFTA, um  Globo de ouro e a recompensa suprema, o Oscar de melhor ator, em fevereiro do ano passado. Uma verdadeira reviravolta em sua carreira, que oferecerá, certamente, outras belas interpretações na França e no exterior. E tiramos o chapéu!

 

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