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O Pequeno Príncipe

November 18th, 2011 general

Um conto filosófico : O Pequeno Príncipe de Saint-Exupéry. (1943). Gallimard 1947.

Saint-Exupéry escreveu e publicou este livro em Nova Iorque, em plena Segunda Guerra mundial, em um período relativamente de calma conjugal e profissional. Obteve um sucesso decepcionante, inferior ao de suas obras precedentes. Mas, rapidamente, depois da morte do escritor aviador, as traduções multiplicaram-se e hoje é um título universalmente conhecido. As Edições Folio reeditaram recentemente com alegria, restaurando aquarelas do autor em seu estado original.

Saint-Exupéry fala da infância e direciona-se explicitamente às crianças. Mas o adultos estão aqui, bem perto de sua infância, desde a dedicação a seu amigo “quando ele era um menininho”, e desde a primeira lembrança do autor autobiográfico: “Quando eu tinha seis anos…”. O livro é a história do olhar infantil sobre o estranho mundo dos adultos.  Toma forma de uma memória poética, onde permite que o adulto beba em sua fonte, em meio ao deserto onde seu avião caiu.

O narrador é um aviador perdido no deserto, com um motor sem funcionar. Mas o conto tem por herói uma criança vinda de um outro planeta onde tudo é pequeno e único. O encontro e o diálogo duram uma semana. Mas a gente viaja pelo espaço e pela humanidade a toda velocidade e com grande suavidade. O amor, a amizade, a loucura e o absurdo, o comando e a liberdade, as flores e as luzes, o acaso e as lembranças desfilam ao longo dos 27 capítulos ilustrados. Pois, esquanto o aviador repara sua máquina, o Pequeno Príncipe conta-lhe suas viagens interplanetárias e suas descobertas, estranhas para ele, mas muito conhecidas pelo leitor. Uma galeria de retratos malfeitos fazem a alegria dos jovens leitores e os adultos devem refletir sobre o tema. A raposa, por exemplo, explica à criança o que é “domar” o outro:  o amigo, o amor, o estrangeiro, a natureza, as estrelas. A morte? Pouco a pouco, a criança – junto ao aldulto – compreende o valor das coisas e supera seus medos. É a um animal terrível, a serpente enigmática, que ele confia a tarefa de reconduzir sua flor ao seu planeta. É o retorno à fonte, à infância feliz evocada pelo aviador. Mas é também uma enaltaçãodo amor que Consuelo de Saint-Exupéry, esposa do autor, interpretará como um presente, com razão, sem dúvidas.

Eu gosto de lê-lo, hoje, como um bonito amor pela humanidade:

“As pessoas tem estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não são nada além de luzinhas. Para outros que são sábios, elas são problemas. Mas todas estas estrelas aqui se calam. Você terá estrelas como ninguém mais tem… Quando olhares o céu a noite, eu habitarei uma delas e eu rirei em uma delas, então será para você como se todas as estrelas rissem. Você terá estrelas que sabem rir!”

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