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As cores da Côte d’Azur: O Azul!

February 16th, 2012 general

Muitos estudantes que vem aprender francês na Azurlingua, sempre expressaram sua surpresa em ver a que ponto as cores são vivas e diferentes, de acordo com a estação e a hora do dia. Então, Azurlingua-culture vai propor, nas próximas semanas, uma visão da Côte d’Azur sob o prisma de uma cor determinada. As edições Gilletta realizaram um livro magnífico e indispensável à sua biblioteca, intitulado Cores de la Côte d’Azur, de onde tiraremos alguns trechos para a redação destes artigos.

LUZ DO AZUL

Mítica Côte d’Azur! A pequena faixa de litoral da Riviera e os perfumes de iodo e de alecrim são evocados em seu nome há um pouco mais de um século. Batizando sua obra La Côte d’Azur, em 1888, o sub-prefeito poeta, Stephen Liégeard, imaginava que esta expressão literária faria a volta ao mundo? Integrada entre os Alpes e o Mediterrâneo, a Riviera tornou-se o reino do azul, alongando-se “do castelo de If até os palácios de Gênes”.

 

AZUL E NUANCES: O azul Côte d’Azur é envolvente como um sopro de ar quente. Sujeita aos caprichos do mistral e à transparência do céu, a região do Mediterrâneo é matizada de acordo com as horas e as estações, de uma azul cobalto profundo, de um azul lapis-lazuli alegre, de um brilhante azul ultramarino ou um azul turqueza tranquilizante. Signac, Chagall, Picasso, Matisse elogiaram o azul, o Niçois Yves Klein fez dela a sua cor preferida, até dá-la seu nome, o azul “Klein”, entre safira e ultramarino.

Azul celeste e malva pincelam os grafites dos muros aquecidos, azul vivo com pontos que oscilam nos portos, azul azur das cadeiras na Promenade des Anglais, azul safira das decorações da faiença de Moustiers.

O lilás veste a glicerina cheirosa, os tufos ondulantes e tremulantes da lavanda, mas também com alguns pontos de alcachofra, os figos encorpados, berinjelas reluzentes, as íris selvagens e os lilás efêmeros.


“A cadeia dos montes, corretamente e claramente desenhada, destaca-se na manhã de céu azul, de um azul suave e puro, de um azul limpo e belo, de um azul ideal da praia meridional.”

(Guy de Maupassant, Sobre a água, 1888.)

UM MAR AZULADO

“Como é belo este mar azulado que, partindo do mais profundo quadro, remonta como uma grande muralha de safira a vista do horizonte!”, exclama George Sand em Novas cartas de um viajante.

De um azul profundo imortalizado nos cartões postais, a região mediterrânea parece sempre acordar com um vulto celeste. Mas se ele se apresenta de uma bela maneira sob um dia de sol, ela passa, sem avisar, de um azul turqueza insolente a um azul de tinta ameaçadora; de um azul-cinza amoado a um azul esverdiado formidável.

Este mar, orgulhosamente, fechado em si mesmo, literalmente “mar em meio as terras”, comunica-se com o Atlântico apenas pelo Estreito de Gibraltar.

Profundo, estende as suas praias arenosas por grandes valas, prolongando-se até cinco mil metros de profundidade. Suas águas marinhas conservam uma temperatura de 13º em profundidade, que eleva-se no verão até 25° na superfície.

A cor azul cobalto dos fundos mediterrâneos transparentes resulta de uma ausência de planctons. Por outro lado, eles são ricos em espécies de seres vivos, vegetais e animais. A posidonia, ávida de luz, cobre o fundo com um tapete de algas. Esta planta de floração subaquática, endêmica, é essencial à ecologia da bacia mediterrânea, produzindo oxigênio em grandes quantidades.

O charme da região mediterrânea reflete muito às montanhas que terminam no encontro com as ondas, à sua baía revestida de margens íngremes, cabos, costões, ilhas, enseadas, cornijas, golfos e baías. De Bandol à fronteira italiana, suas margens vão dos pés dos Alpes, aos maciços de Esterel e de Maures. Banhadas de azul e verde e temperada com goles de sal, embaladas pelas ondas, as suas ilhas são poucas, porém espetaculares. Ao longo de Cannes, Sainte-Marguerite eSaint-Honorat formam-se dois pequenos enclaves de vegetação, à sombra de pinheiros e eucaliptos.

A RIVIERA FRANCESA..

Porém a Côte d’Azur de Stephane Liegard mudou pouco. Hoje a Côte é um lugar altamente turístico onde as nacionalidades se cruzam e transformam-se, sempre compartilhando um olhar curioso. O aeroporto de Nice é o segundo da França e os palácios da região da Côte d’Azur estão em meio aos mais frequentados do mundo de Saint- Tropez à Menton passando por Cannes e Mônaco, as cidades tentam seduzir o viajante que, por mais ou menos afortunado que seja, encontrará ”casa e comida” em função de seus meios.

Com um política eventual rica e diversificada: Festival de cannes, Grande Prêmio de Mônaco, festival du Jazz , Festival do livro…

A Riviera Francesa torna-se cada vez mais acolhedora, alguns julgarão ser muita “pluma e paetê”, mas serão suficientes alguns quilômetros  em terra para deixar para trás os lugares de animação do litoral e encontrar um quadro de vegetação e de uma calma surpreendente. Entre mar e montanhas numerosas, estão os pequenos vilarejos que permaneceram inalterados e que possuem a atmosféra da Provence de ontem, com uma verdadeira autenticidade.

Você pode ver o azul que nos acompanha, ele é parte integrante de uma cultura que vai além dos milhões sociais, além das origens, tudo acontece como se a Côte d’Azur tivesse um pouco de azul a compartilhar!

Desta forma, para dizer a verdade, e acho que não é totalmente por acaso que Nossa escola se cham Azurlingua

 


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