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Quatro autores franceses em voga… a continuação!

May 2nd, 2012 general

Na ocasião do salão do livro que aconteceu em Paris de 16 à 19 de março, la rédaction de BIEN-DIRE divide com vocês os seus favoritos dentre os autores franceses mais lidos do momento. Descubra esses romances entre resumos e contracapas.

Carole Martinez

Depois de  LE COEUR COUSU (Coração costurado), seu primeiro romance surpreendente, aclamado pela crítica e recompensado com nove prêmios literários, a autora de 42 anos acaba de publicar DU DOMAINE DES MURMURES (Domínio de murmúrios). A Andaluzia do século XIX do COEUR COUSU não está mais ao encontro. Esse segundo romance nos leva a um universo completamente diferente. Aqui, tudo se passa na Idade Média, nos tempos das Cruzadas.  No dia de seu casamento, Esclarmonde, de quize anos, se nega a dizer “sim” ao homem escolhido para ela. Contra a decisão de seu pai, o Senhor dos domínios dos murmúrios, a jovem quer se oferecer a Deus. Ela pede para ser enclausurada em uma cela junto à capela do castelo, com uma pequena janela para o exterior e pela qual, ela será alimentada.

Mas, esse mundo e a vida que ela rejeita vão voltar para ela de um modo inesperado. Um romance fantástico em todos os sentidos do termo que nos leva, graças à força poética das palavras. DU DOMAINE DES Salon du livre 2011MURMURES  recebeu o prêmio Goncourt des lycéens.

Sylvain Tesson

Depois de várias viagens a cavalo, a pé ou de bicicleta, Sylvain Tesson  quis fazer a experiência de uma viagem imóvel. Seu último livro, DANS LES FORÊTS DE SIBÉRIE (Nas florestas da Sibéria), é um diário de viagem. Nele, o narrador conta os seis meses que passou dentro de uma cabana, em uma floresta isolada, nas margens do Lago Baikal, na Sibéria, apenas com a companhia dos livros, cigarros e vodka. Cheio de poésia, emoção e fantasia,  DANS LES FORÊTS DE SIBÉRIE  é uma reflexão da grande beleza da natureza e do tempo.

Esse ensaio ganhou o prêmio Médicis 2011.  Contracapa : ” Cedo, eu compreendi que não irei poder fazer grande coisa para mudar o mundo. Eu prometi para mim  que irei me instalar algum tempo, só, em uma cabana. Nas florestas da Sibéria. Eu comprei uma cabana de madeira, longe de tudo, nas margens do Lago Baikal.

Lá, durante seis meses, a cinco dias de caminhada da primeira cidade, perdido em uma natureza desproporcional, eu tentei ser feliz.  E acho que consegui.  Dois cachorros, um fogão a lenha, uma janela aberta sob um lago são suficientes para a vida.

E se a liberdade consistir em possuir o tempo? E se a felicidade voltou a necessitar da solidão, de espaço e de silêncio – todas as coisas que faltarão às generações futuras? Enquanto houver cabanas no fundo das florestas, nada será  completamente perdido.”© Sylvain Tesson / Gallimard

 

 

Philippe Delerm

Desde  ” LA PREMIÈRE GORGÉE DE BIÈRE ET AUTRES PLAISIRS MINUSCULES” (O primeiro gole de cerveja e outros pequenos prazeres), publicado há quase quinze anos, Philippe Delerm é um autor reconhecido por descrever, melhor que as pessoas, os prazereas do cotidiano atráves de suas palavras.

Ele oferece todos esses pequenos prazeres que a maioria de nós não percebe mais, mas sob os quais ele se concentra. Seu último livro, LE TROTTOIR AU SOLEIL (Passeio ao sol), é uma seleção de 44 textos curtos que nos contam, novamente, todos esses prazeres adquiridos no dia a dia. Esse livro nos dá vontade, na nossa vez, de ficar cinco minutos observando o mundo ao nosso redor com novos olhos.

Os textos Philippe Delerm são, dessa vez, mais melancólicos e intimistas, pois o autor tem agora os seus 60 anos. Para ser apreciado sem moderação. Contracapa: “Aos sessenta anos, atravessamos há muito tempo o  solstício de verão. Ainda teremos noites bonitas, amigos, filhos, coisas para esperar. Mas é assim.

Nós estamos certos de ter passado o solstício. É talvez um bom momento para tentar guardar o melhor: uma gota de nostalgia se infiltra no coração de cada sensação para torná-la mais durável e ameaçada.

Então ficar leve nos instantes com as palavras. O solstício é talvez já o verão indiano, e a dúvida de invadir as estações, as cores. O tempo não está para jogar: Não tem tempo a perder… Mais dias passam e mais eu tenho vontade de ver a luz, na mais forte razão se ela se ameniza. Ficar do lado do sol.” © Philippe Delerm / Gallimard

 

Esse artigo nos foi proposto pela  éditions entrefilets e nós lhe convidamos a descobrir os outros artigos de qualidade na revista biendire desse mês

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